Quinta-feira, Setembro 10

Life's a BITCH!

Há dias em que só me apetece mandar tudo à merda!


Sábado, Agosto 8

Masculinidade em extinção




Metrosexual

Ecosexual

Gastrosexual

Homossexual

Assexual

E homens há????

Quarta-feira, Julho 29

A arte da matrioshka!



“Uma matrioshka, matriochka ou matrioska (em russo матрёшка ou матрешка, Matryoshka) ou boneca russa é um brinquedo tradicional da Rússia, constituída por uma série de bonecas, feitas de diversos materiais, ainda que o mais frequente seja a madeira, que são colocadas umas dentro das outras, da maior (exterior) até a menor (a única que não é oca). A palavra provém do diminutivo do nome próprio Matryona.” In wikipédia

É verdade que nunca fui gaja de gostar de bonecas…. Essa coisa de pentear cabelos, maquilhar com canetas de feltro e fazer roupinhas novas com trapos ou restos da minha roupa velha nunca foi para mim.

Felizmente cresci a brincar na rua, a andar de bicicleta, a jogar à sameira, à macaca, a fazer papagaios de vento com jornais velhos e canas, a gamar rolamentos no mecânico para fazer carrinhos e aterrar de trombas na porta da frente da vizinha da minha avó… que além de ser mais velha que as igrejas, tinha um puto de um mau feitio inacreditável…

E digo felizmente porque, caso tivesse optado pela brincadeira feminina das bonecas, provavelmente a minha profissão de sonho seria ser cabelereira/esteticista ou costureira/designer de moda. Não é que haja algum mal em ter estas aspirações, só me incomodam porque no 1º caso teria de dedicar os meus sábados à noite a dançar no La Movida, ou no Via Rápida, à espera que um trolha qualquer (com as suas tilhas Puma e t’shirt cavada) me viesse engatar com pérolas linguísticas que normalmente começam com um “Ó Filha…” e terminam com um “já que é noite das gajas vai lá ao bar buscar um whisky à pala aqui pró menino”. No 2º caso, pior ainda, já que isto de ser costureira é uma carreira extinta, e ser designer de moda com sucesso implica ser gajo e passar muito tempo na posição de oração…

Como não sou gajo e tenho problemas nas articulações…. tive que me ficar pelas profissões que a minha infância me augurou.


Embora renegasse as Barbies e os Nenucos – usando-as apenas para desmontar e perceber como abriam e fechavam os olhos ou qual era o mecanismo que as fazia falar- há uma variedade de bonecas que sempre me intrigou, as Matrioskas.


É certo que não são bonecas comuns, não falam, não fazem xixi, não abrem e fecham os olhos, são pedaços de madeira pintados com arte, que se reproduzem em miniaturas dentro de si mesmas.


Do ponto de vista da brincadeira reconheço que não são o brinquedo mais polivalente e que mais entretém, do ponto de vista do artesanato são sem dúvida peças belas, mas a sua mais valia retira-se do ponto de vista sociológico.


As matrioshkas fazem-me sempre lembrar as gajas que cresceram rodeadas de bonecas, com aspirações a cabeleireiras/esteticistas (ou algo do género) e que foram ao longo da vida aprimorando a arte de ser, não uma pessoa única e exclusiva, mas uma compilação de personagens distintas e pouco complexas. Tal e qual as matrioshkas que dentro de si guardam 6 ou 7 bonecas diferentes.

Cresceram a treinar a arte de atendimento ao público, a testar conversas da treta que lhes asseguravam a satisfação da cliente fosse ela a peixeira de Matosinhos ou a tia da Foz.
Durante a permanente, a mise ou a manicura tinham que lhes dar letra, sacar o máximo de informação possível e fazê-las sentir que as compreendiam e que tinham razão.

Obviamente mal esta saísse, a informação que sacara ia beneficiá-la duplamente, quer na próxima visita da senhora - já sabia por onde começar a conversa da próxima semana- quer com a cliente seguinte- a quem iria expor as confidências da anterior em torno do maior sigilo.

Mais ou menos como as bonecas, que não param de nos surpreender cada vez que as abrimos, estas gajas conseguem ser 20 pessoas diferentes e moldar-se a qualquer realidade, são aquilo que desejamos que sejam, sem personalidade ou atitude própria.


Temos a versão exterior e mais visível de todas, normalmente pintada a doçura, humildade, sinceridade, decoro, insegurança e dedicação.


Quando se abre a primeira e se espreita para a segunda, já temos uma versão com um toque de humanidade, afinal já percebem um bocadinho mais do que deram a entender na 1ª camada, e até têm alguns dos defeitos dos mortais, não deixo de fazer a ressalva que tudo o que fazem “não é por mal, foi sem intenção”. Continuam um encanto aos olhos de quem as admira e descobre.

Abre-se a terceira boneca e aparecem os primeiros defeitos da pintura, afinal o doce também é agreste, a humildade não é para todos, a sinceridade depende do ponto de vista e o decoro já lá foi… mas a camada de verniz ainda reveste a pintura original deixando em dúvida se o defeito é de origem ou se arranhamos a pintura ao manusear.

Continuamos na nossa descoberta, incautos ainda sobre a solerte que se avizinha.
Espreitemos a quarta boneca então. Cada vez percebemos melhor o que não percebemos de início. Esta é ainda mais pequena, não sé em tamanho mas também em virtudes.
Usam subterfúgios para omitir os pecados e desencantos, alegam terceiros como causa das suas arranhaduras, são vitimas e não perpetradoras, se têm defeitos (e graves) a culpa há-de ser sempre de alguém que não delas.
E quem as comprou, tendo ganho já afeição e carinho, olha para as cores e desenhos tão perfeitos e trabalhosos que nem põe em consideração ter comprado um artigo de segunda, feito em máquina industrial.
O verniz mantém-se nesta camada, com algumas lascas visíveis mas quase intacto.


Os olhos do comprador serão sempre tão turvos como os olhos do artesão, pelo menos até ao desvendar da quinta boneca.


O treino das tardes de infância e início de adolescência, de conversas de sala e erros gramaticais deu-lhes estofo para falar com o Papa em confissão, para jurar pensamentos puros materializados em acções mesquinhas. As falhas acumulam-se, as mentiras sucedem-se, mantêm a doçura, dedicação e a falta de esclarecimento que, vá alguém perceber porquê, fazem acreditar que lá no fundo ainda há esperança, são boas pessoas.
O verniz aqui já estalou por todo o lado, é visível a falta de qualidade, o traço industrial igual em 100.000 unidades.
A madeira é aglomerado, as tintas dissolvem-se em água e o desenho nem sequer é original.


Mas mesmo assim abrimos a sexta e última para verificar que no lugar do diamante existe apenas um pedaço de carvão, moldado em forma de boneca.

Estas gajas, com tantas camadas como o número de saias das nazarenas, pecam por não ter o mesmo número de virtudes, mas ganham na esperteza de omitir, lograr e fruir de um estatuto de coitadinhas injuriadas que lhes permite enganar o mais sagaz dos sagazes.


Felizmente nunca gostei de bonecas, nem no sentido literal nem no figurado, sempre achei que o plástico não é boa companhia, mesmo quando é só a cabeça.

Terça-feira, Julho 14

nó cego!




Se acreditasse em Deus era gaja para dizer que no seu tempo livre Ele faz macramé com o meu cérebro..
Ouve lá, que tal treinares o festonê com outra coisa qualquer?
Tipo, que seja tua talvez!

Quinta-feira, Junho 18

Portugal dos pequeninos


Segundo os jornais de hoje o aborto é o novo método contraceptivo…. A par com a despenalização ser a causa da diminuição do número de partos…



Fez-me pensar… afinal esta coisa da independência feminina e igualdade entre sexos é mesmo uma fraca desculpa para pinar sem dó nem piedade e poder abortar consequências de um one night stand demasiado bem sucedido?



Resumindo… as gajas além de não quererem casar, ou de o fazer cada vez mais tarde, de se divorciarem a torto e a direito por dá cá aquela palha deu-lhes agora para não ter filhos e abortar!



Para onde vai este País assim? Já de si envelhecido…

As gajas conduzem, votam, assumem chefias, decidem se casam ou não, compram máquinas para lhes fazer a lida doméstica, já nem sabem cozinhar e agora ainda põem em causa o futuro da nação???



Parece que não vêem o anúncio da “Skip” – O Futuro é dos pequeninos…. E se não houver pequeninos? Qual é o futuro? Vamos ser o País da sueca? Os nossos investimentos vão deixar de ser em infra-estruturas válidas, inovadoras e progressistas e vão passar a ser em parques e jardins com baralhos de cartas impermeáveis e mobiliário com algália incorporada?



Temos um país de Maria madalenas… promíscuas e egoístas prontas a colocar em causa o mundo a troco da satisfação pessoal.



Ai que saudades tenho dos tempos antigos, parecia que vivíamos na fábrica da AGROS… cada mulher em sua casa, todas com um garanhão atribuído (que algumas partilhavam serenamente) a parir vezes sem conta e a assegurar o futuro do rectângulo Luso.

Isso sim! Eram bons tempos...

Alguém quer saber ou se importa se o mulherio morria em consequência de abortos clandestinos feitos em más condições? Cada um tem o que merece –lá diz o povo, e este tem sempre razão. Não queriam engravidar? Não pinassem… qual é a dúvida?



Aliás até é feio fazer essas coisas que os bichos fazem. Por cada vez que uma mulher pinasse, sem ser pela divina razão, devia ser banhada em àgua benta publicamente. O que dava um jeitaço, pois nesta altura de crise, uns banhos públicos com este intuito tinham mais fila que a do pão.



Bora lá à humilhação pública! Que neste caso é aceitável, vamos regredir e votar não, arrastar o gajedo pela praça pública - não como nos países árabes porque esses são fundamentalistas e batem e atiram pedras e essas coisas, mas vamos atirá-las ao julgamento de beatos e beatas, falsos moralistas e afins e deixá-los enxovalhar e remexer a vida privada de outro.

Ter a certeza que nos próximos 25 anos- seja na aldeia, na vila ou na cidade- essa prevaricadora será carinhosamente apelidada de abortadeira ou pêga. Qual é o mal mesmo? Não mata nem deixa marcas físicas….



Mas o que me orgulha efectivamente é o jornalismo de hoje!

Já não há censura nem manipulação de factos como antigamente. Há liberdade de expressão, entidades reguladoras e provedorias que monitorizam a actividade jornalística assegurando ao povo integridade e idoneidade em cada notícia e em cada órgão. Até descobri outro dia que existia uma coisa chamada código deontológico… primeiro pensei que era um novo tratamento para reduzir maxilares mais abonados, mas depois descobri que é um livro com regras e definições para os senhores das notícias.



E foi graças a esses senhores que percebi que nascem cada vezes menos portugueses ao mesmo tempo que o número de abortos cresce desmesuradamente.

Uma espécie de causa-consequência. Graças a eles desmistifiquei este assunto, andava eu iludida com projecções das Nações Unidas que em 2007 (ano do referendo em Portugal) já diziam que a população europeia decrescerá 13% até 2050.



Aturdida por gráficos e estatísticas que me mostravam que a taxa de natalidade portuguesa era, em 1960, de 24,1%, em 1980, de 16,2%, em 1990, de 11,7% e, em 2005, de 10,4%. Temos, em 2007, menos 1/3 de nascimentos do que tínhamos na década de 80 do século passado.



E tudo isto para quê? Anda esta malta a gastar dinheiro, o nosso, em estudos para depois se chegar á conclusão que afinal a culpa é das gajas que transformaram o país numa ganadaria e ainda por cima se recusam a parir?!



Dou mais valor ás mães estrangeiras, essas sim, chegam ao Algarve e a Lisboa e é sempre a dar-lhe, mal põem um pé no aeroporto já estão grávidas…não fossem elas e a nossa natalidade era ainda mais baixa. Há que dar o valor a quem sacrifica satisfação e objectivos pessoais para dar á luz uma criança em nome da nacionalidade, desculpem, da nação alheia!



E essas não abortam, não interrompem a gravidez…. É quase como nas obras e na restauração, não fossem os brasileiros e os cidadãos de leste e queria ver como era!



Ainda por cima a mulher portuguesa é burra! É ver as fancesas e as alemãs a engravidar e a ganhar uns bons cobres à pala dos filhos. São benefícios fiscais, subsídios de nascença, abono até terminarem os estudos e tudo isto para ser altruísta e ajudar a nação, a par com a satisfação pessoal de ser mãe e saber que tem dinheiro para sustentar o filho.



Agora as nossas? Dá o estado um abono familiar de 40€ mês e ninguém aproveita? Eu com 40€ fazia tanta coisa… sei lá! Assim de repente lembro-me que conseguia comprar um par de sapatos ou 2 camisas na ZARA… perem lá, acho que era gaja para conseguir comprar um pack de fraldas que dá para meio mês e uns flocos de neves, que os putos são doidos por rebuçados!



Em vez disto optam por abortar, ou interromper voluntariamente a gravidez como gostam de dizer! E agora fazem-no à portinha de casa e com sigilo… pois claro que o aborto aumenta.

Nem nos dão o gozo de as catalogar como ma influência para os nossos filhinhos.



Já lá vai o tempo em que a minha vizinha, a enfermeira, tinha um quartinho lá em casa e ajudava essas desgraçadas. Muito boa senhora, ainda me lembro quando deixou a casita e comprou o terreno ao lado da mercearia, até deixou um caminho aberto para não nos impedir a passagem, não falando do dinheiro que gastava a enfeitar o andor em dia de procissão. Muito boa alma. Essa tem lugar garantido no Céu.



Essa e a minha patroa, um anjo de senhora também… tem dois filhinhos crescidos já. Ele vai para médico ela para advogada. Fartam-se de estudar coitadinhos, ele, há cerca de um ano atrás, foi para Londres fazer uma Pós-desintoxicação, para ter mais estudos que os outros.

Ela foi este ano, não me recordo se para Espanha ou para a Suíça, fazer uma semaninha de férias porque andava esgotada com tanto estudo sobre lei e crime e direitos humanos, diz-se até que aproveitou para conhecer melhor as clínicas abortivas que era o assunto da tese de final de curso. Vai ajudar os paizinhos no combate a esta pouca vergonha.

Nisso a patroa não poupa, os meninos têm tudo! E são bem-educados e vão à igreja e comungam. O Dr do CDS, o do sorriso bonito, até é visita lá de casa, costuma ajudar muito o menino a estudar, depois saem e vão aquelas festas cheias de gente bonita e com espaços pouco iluminados, para relaxar.



É por isso que não percebo esta juventude, renegam a pátria, a igreja e a família… e as mulheres então, é uma vergonha! Com pensamentos e actos impuros, querem falar de sexo nas escolas, explicar as doenças e como se transmitem? ensinar às crianças o que é um preservativo e como se usa, onde podem ir buscar a pílula e até como comprar a pílula do dia seguinte. Tudo isto para quê? Para eles saberem mais do que nós? Eu digo sempre ao meus, quando na escola te quiserem falar de educação sexual vens direitinho para casa e sentaste a ver os morangos com açúcar, prefiro mil vezes que vejam televisão do que ter uma gaiteira qualquer a mostrar-lhes obscenidades.



Mandasse eu neste país e essas gajas tinham o que mereciam! Com a mania que têm direitos sobre a sua vida, que podem decidir ter ou não filho, que o corpo é exclusivamente delas?

Isto no tempo de Salazar é que era! Não havia mulheres deste tipo….

Sexta-feira, Maio 29

Onde vais estar Dias Loureiro daqui a 3 anos?




"Parecia um actor, num parecia?"
(comentário de Dias Loureiro à sua própria actuação na comissão de inquérito ao caso BPN)

Terça-feira, Maio 26

Amem-se! muito....




Ok.

Não estou Bitchy.
Não consigo.
Não quero.

Estou demasiado feliz para me dedicar à interminável lista de acontecimentos que permitem à reaça cuspir veneno.
(vá lá não se entusiasmem, sou bipolar, daqui a 10minutos isto pode passar)

Por isso, por muito que me apeteça ironizar o jornal de 6ª feira na TVi, comentar a recepção tirsense ao candidato que ninguém sabia que lá ia ou simplesmente quem era mas que levava uns brindes prá malta, o "Graças a Deus" pelo fim dos comicios daquela senhora que tem um outdoor que me faz lembrar o front office das finanças com o slogan "peça sempre factura", a politica do "mal o menos" do Rui Rio que faz campanha sustentado no facto de não estar com um pé no Porto e outro em Bruxelas em vez de se afirmar por motivos sérios e culturais, o "onde está o wally" do Gonçalo Amaral e dos McCain nas versões mediáticas e lucrativas de cada um, na chaimite apreendida na madeira por mau estacionamento, no pedido de aligeirar o controlo aos No Name por parte do Presidente que se ia demitir à n mandatos atrás... enfim, não consigo!
LOVE IS BEAUTIFUL...
Amemo-nos todos uns aos outros mesmo que não tenhamos tido uma prof que nos explicasse o que são orgias em vez de dar aulas!

E já agora em jeito de discurso:
POVO TIRSENSE ( e população em geral) quando não se lembrarem do nome do Sr do PS candidato às eleições europeias eu ajudo, lembram-se do 1º champô 2 em 1???? o Vidal Sasson? é quase igual.... e olhem que para a idade o Vital tem uma farta cabeleira.
Para finalizar gostava de me redimir, cruzei-me com um senhor, devidamente acompanhado de uma comitiva, e quando saco da nota de 5€ para contribuir para a APPACDM é que reparei que era o Paulo Rangel em campanha politica! as minhas sinceras desculpas ao cabeça de .... lista.